15 de out de 2011

EU SOU PROFESSORA...

HOJE EU ACORDEI MAIS DESMOTIVADA DO QUE ONTEM...
ME LEMBREI QUE HOJE É MEU DIA!
MAS ME ENTRISTECI...
DIA DE COMEMORAR O QUE?
O DESCASO DO GOVERNO EM RELAÇÃO À NOSSA CATEGORIA?
A FALTA DE ÉTICA QUE TORNA NOSSO TRABALHO CONSTRANGEDOR?
OU A HUMILHAÇÃO QUE PASSAMOS TODOS OS DIAS DIANTE DE NOSSOS ALUNOS E AMIGOS?
HOJE EU CHOREI...
CHOREI PORQUE TENHO QUE ESCOLHER ESTAR COM MEUS FILHOS OU ESTAR COM MEUS ALUNOS...SE EU ESCOLHER FICAR COM MEUS ALUNOS...CORRO O RISCO DE PERDER MEUS FILHOS...SE ESCOLHER FICAR COM OS MEUS FILHOS, PERCO MEU EMPREGO E UM POUCO DA DIGNIDADE QUE POSSO TER DE PELO MENOS PARA LUTAR POR UMA VIDA MELHOR  PARA MINHA FAMÍLIA...
ENQUANTO POSSO E AGUENTO, VOU FICANDO COM METADE DE CADA UM E NADA DE MIM...
SER PROFESSORA É RENUNCIAR A PAZ DO LAR E A SEGURANÇA DE UMA VIDA NORMAL COMO TODOS OS OUTROS TRABALHADORES...EU SINTO MUITO EM NÃO TER O QUE COMEMORAR HOJE...A NÃO SER O QUE SOU HOJE GRAÇAS AOS MEUS PROFESSORES QUE ERAM RESPEITADOS E TRATADOS COMO PROFISSIONAIS...ATÉ MAIS...BJS A TODAS E TODOS...

Esmalte novo...

     É a cor Los Angeles da Lorena Master - KROME

12 de out de 2011

MINHAS CRIANÇAS...

PRA MIM, ELES AINDA SÃO CRIANÇAS...AMO MEUS BEBÊS!!!!

 ROBERTINHO

RENÊ

BOM FERIADO A TODOS!
FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!
NOSSA SENHORA OS ABENÇOE!

9 de out de 2011

POEMA


O Amor


O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.


Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de *dizer.
Fala: parece que mente
Cala: parece esquecer


Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pr'a saber que a estão a amar!


Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!


Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar..
Fernando Pessoa

CANTINHO DOS POETAS

Hoje nós vamos conhecer um pouco de Fernando Pessoa.Fernando António Nogueira Pessoa (Lisboa13 de Junho de 1888 — Lisboa30 de Novembro de 1935), mais conhecido como Fernando Pessoa, foi um poeta e escritor português.
É considerado um dos maiores poetas da Língua Portuguesa, e da Literatura Universal, muitas vezes comparado com Luís de Camões. O crítico literário Harold Bloomconsiderou a sua obra um "legado da língua portuguesa ao mundo".[1]
Por ter sido educado na África do Sul, para onde foi aos seis anos em virtude do casamento de sua mãe, Pessoa aprendeu perfeitamente o inglês, língua em que escreveu poesia e prosa desde a adolescência. Das quatro obras que publicou em vida, três são na língua inglesa. Fernando Pessoa traduziu várias obras inglesas para português e obras portuguesas (nomeadamente de António Botto e Almada Negreiros) para inglês.
Ao longo da vida trabalhou em várias firmas comerciais de Lisboa como correspondente de língua inglesa e francesa. Foi também empresário, editor, crítico literário, jornalista, comentador político, tradutor, inventor, astrólogo e publicitário, ao mesmo tempo que produzia a sua obra literária em verso e em prosa. Como poeta, desdobrou-se em múltiplas personalidades conhecidas como heterónimos, objeto da maior parte dos estudos sobre sua vida e sua obra. Centro irradiador da heteronímia, auto-denominou-se um "drama em gente".

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